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Zé Luiz Mazziotti

Zé Luiz Mazziotti

Descrição:

Em 1965, iniciou carreira artística cantando no quarteto vocal Canto 4 (Zé Luiz, Mily, Luizinho e Aquiles). Com esse grupo, atuou em festivais da TV Excélsior. No ano seguinte, ainda no grupo Canto 4, ganhou o primeiro prêmio no "Festival da TV Record", de São Paulo com a música "São Paulo meu amor" de autoria de Tom Zé.

Entre 1965 e 1974, fez vários shows nos teatros Aquarius (c/ Alaíde Costa) e São Pedro (c/ Márcia, Alaíde Costa e Geraldo Cunha). Em 1974, gravou "Até quem sabe" (João Donato e Lysio Ênio), com arranjos de César Camargo Mariano, no disco da novela "Os inocentes", da TV Tupi.

Em 1977, interpretou a música "Dona Benta", de Ivan Lins e Vitor Martins, no LP "Sítio do Pica-pau amarelo", do programa infantil da TV Globo. Por essa época, trabalhou em gravações de jingles em vários estúdios de São Paulo, como Nosso Estúdio e Publisol, e na produtora de jingles Zurana, ao lado de Marcos e Paulo Sérgio Vale, Ivan Lins, Djavan, Tavito e Eduardo Souto Neto, entre outros. Ainda na década de 1970, participou do "Projeto Pixinguinha" apresentando-se em várias capitais brasileiras ao lado de nomes como Elizeth Cardoso, Jamelão, Ângela Maria, Zezé Gonzaga, Miltinho e Silvio César. Apresentou-se também na Sala Funarte Sidney Miller, no Rio de Janeiro em show com Alaíde Costa, Antônio Adolfo e Luiz Eça.

Em 1979, com arranjos de Dori Caymmi e Gilson Peranzzetta, lançou o primeiro LP pela Continental, no qual interpretou "Bastante" e "Pelo menos", composições suas em parceria com o poeta Sergio Natureza. Neste mesmo disco, contou com a participação especial de Nana Caymmi na faixa "Pra sempre" (Tunai e Sergio Natureza) e regravou "Altos e baixos" (Sueli Costa e Aldir Blanc), "Pai e mãe" (Gilberto Gil), "Falso brilhante" (João Bosco e Aldir Blanc), "Andam dizendo" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) e "Violão vadio" (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), além das inéditas "Mania dos tempos" (Lourenço Baeta e Sergio Natureza) e "Virá" (Ivan Lins e Vitor Martins). O disco contou com a participação de músicos de renome como Mauro Senise, Hélio Delmiro, Toninho Horta e Robertinho Silva, entre outros. Em 1981, gravou o segundo disco, "Sinais", com o qual ganhou o "Prêmio Chiquinha Gonzaga", como uma das dez produções mais bem cuidadas daquele ano. No ano seguinte, foi convidado por Gal Costa para gravar no LP "Fantasia". Neste disco, interprepretaram a faixa "Estrela, estrela" de Vítor Ramil.

Em 1984, Nana Caymmi fez a produção musical de seu terceiro disco, pela gravadora Pointer. No ano posterior, produziu o LP de Pedro Paulo Castro Neves e Michel Legrand. Neste mesmo ano, fez turnê por cidades européias, fixando residência em Paris, cidade na qual trabalhou em diversas casas noturnas. Por essa época, foi convidado a participar de festivais de jazz como "Printemps de Bourges" e "Festival de Jazz de Nice", atuando ao lado de artistas como Miles Davis, George Benson, Djavan, Gilberto Gil e Count Basie Orquestra.

Em 1992, ganhou o "Prêmio de Melhor Intérprete" no "Novo Festival da MPB", TV Record.
No ano seguinte, apresentou o show "Quando o amor acontece" ao lado de Márcia e Ana Lúcia, no Sesc Pompéia, em São Paulo.

No ano de 1995, em seu disco pela Perfil Musical, gravou duas composições de sua autoria "Bastante" e "Amor de ofício", ambas em parceria com Sergio Natureza. Neste mesmo disco, contou com a participação especial de Leny Andrade na faixa "Samba sem você" (Rosa Passos e Fernando de Oliveira). Ainda neste CD, interpretou "No pedaço" (Moacyr Luz e Sergio Natureza), "Unidunitê" (Márcio Proença e Marco Aurélio), "Causa perdida" (Rosa Passos e Aldir Blanc), entre outras. Neste mesmo ano, produziu o disco "Iluminuras", para a gravadora Velas e, ainda, "Cauby Canta Sinatra", este, para a gravadora Som Livre. Encerrou o ano de 1995 participando do show "Feliz Bossa Nova", ao lado de Leny Andrade, Miéle, Roberto Menescal e Wanda Sá.

Em 1996, participou de vários discos, entre eles, "Songbook de Tom Jobim" e "Songbook de Noel Rosa", e ainda do novo disco de Gilson Peranzzetta. No ano seguinte, produziu o disco de Eduardo Conde, com obras de Sueli Costa e participou, com Célia e Eduardo Conde, do show "Stravaganza", dirigido por Abelardo Figueiredo. Em 1998, participou do CD "Eterna chama - Candeia", pela gravadora Perfil Musical, interpretando "Preciso me encontrar" (Candeia). Neste mesmo ano, ao lado de Célia, estreou o show "Ame", que percorreu vários espaços culturais. No ano seguinte, com Cláudio Lins, Lucinha Lins e Cláudio Tovar, participou do show "Aldir Blanc, um cara bacana".

No ano 2000, lançou pela gravadora Jam Music o disco "Pra Fugir da Saudade - Célia Vaz e Zé Luiz Mazziotti". Neste disco, produzido por João Carlos Coutinho Carino, os cantores interpretaram 13 composições de Paulinho da Viola, entre elas, "Pra jogar no oceano", "Timoneiro", "Argumento", "Pode guardar as panelas", "As coisas do mundo, minha nega", com a participação de Paulinho da Viola, "Onde a dor não tem razão" e "Pecado capital", esta com a participação especial de Lucinha Lins. Neste mesmo ano, apresentou-se em shows ao lado de Rosa Passos, Fátima Guedes, Roberto Menescal, Arismar do Espírito Santo e Maria Martha.

Em 2003, junto com Célia, fez o show de lançamento do disco "Pra fugir da saudade" (sobre a obra de Paulinho da Viola) no teatro do BNDES. Neste mesmo ano lançou o CD "Zé Luiz Mazziotti canta Chico Buarque", no qual incluiu "Embarcação", "Meninos, eu vi", "Almanaque", "ela desatinou", "O velho Francisco", "Eu te amo", "Mulher vou dizer quanto te amo" e "Cadê você", na qual faz dueto com Chico Buarque. Ainda em 2003 participou do "Projeto Prêt-à-Porter", com direção artística de Sergio Natureza, no Teatro Café Pequeno, Leblon. No ano de 2005 "Bastante", foi regravada por Admar Branco no disco "Um pouco de mim - Sergio Natureza e amigos". Em 2006 interpretou a faixa "Neide", de Maurício Tapajós e Aldir Blanc no CD póstumo "Sobras repletas", de Maurício Tapajós. 

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